o programa

O que?

O RODA é um programa de formação que tem como centro o praticante e a sua atuação no mundo. Unindo reflexão e prática criamos caminhos de desenvolvimento de habilidades sociais. O praticante qualifica sua própria atuação através do ganho de consciência sobre ela, da ampliação da capacidade de interação e intervenção em situações sociais, da formação de vínculos entre si e com os facilitadores e através das trocas de oportunidades.

Ao longo do programa buscamos compreender os fenômenos da aprendizagem, do diálogo e da transformação, refletindo sobre o que fazemos, como fazemos e como lidamos com os resultados e consequências da nossa atuação. 

Como?

O RODA é guiado, de um lado, pela investigação das questões que podemos perceber no dia-a-dia dos participantes e em seus contextos; de outro, pelas relações que se estabelecem entre o grupo em si, e entre o grupo e os facilitadores. A esse processo chamamos Prática Social Reflexiva, baseada na fenomenologia goetheana aplicada ao social.

Alguns dos conteúdos/práticas experimentados são novas abordagens de participação e gestão; apreensão, reflexão e revitalização de tecnologias sociais, vivências em organizações comunitárias, empresas e órgãos governamentais; desenvolvimento de habilidades de escuta e mediação de diálogos significativos, a qualificação de nossa percepção sobre o todo das situações e a arte de fazer boas perguntas.

O programa é dividido em 4 ciclos e estes, em 5 atividades principais.

Ciclos

Os Ciclos são linhas temáticas de conteúdo e atividades que norteiam o programa durante seu decorrer. Esses ciclos são integrados e na medida em que um novo ciclo se inicia, o anterior continua permeando as novas investigações e aprendizagens que decorrerem dos novos temas.

1. CICLO APRENDIZAGEM

Questiona o modelo tradicional de aprendizagem baseado no acúmulo de conteúdos e o reposiciona em fluxo, como um rio em suas diversas fases e interações com o meio por onde passa. Assim, aprender relaciona-se a extrair do que se vive, através da reflexão, as novas compreensões do vivido; o que, por sua vez, servirá de sustento para novas ações, e o ciclo ação-aprendizagem se reinicia.

2. CICLO PRÁTICA

Busca criar clareza sobre o que qualifica nossa ação no mundo, através de uma investigação assertiva sobre o que fazemos. Perguntas como: qual o sentido do que faço? Que crenças dão suporte às minhas ações? A que necessidades - próprias e dos diversos contextos em que atuo, minha ação tem respondido? Além disso, buscamos desenvolver uma compreensão sobre os fenômenos da transformação, adaptação e aceitação, como um tripé constitutivo e qualificador de nossas ações.

3. CICLO CAMPO

Posiciona a leitura de processos no centro do programa, enquanto forma de revelação das forças profundas que originam uma dada situação social. Estimulando a formação de imagem sobre o todo destas situações, aprimoramos significativamente a intervenção. Nesta etapa se abrem os campos de prática externos, em que os participantes se unem para oferecer e para conhecer oportunidades de atuação e vivência em situações organizacionais/ comunitárias/ coletivas.

4. CICLO PRATICANTE

Posiciona a prática social reflexiva no centro do programa, e situa o praticante como seu protagonista; em outras palavras, as pessoas interessadas numa determinada situação social e na sua forma de compreender/olhar para essa situação, estão no centro da mudança desejada. Assim, cada participante trabalhará sobre sua forma de pensar e de gerar compreensão sobre seus hábitos e estilos de vida, para que lhe seja permitido perceber como atua sobre a mudança que quer ver.

1. CICLO APRENDIZAGEM

Questiona o modelo tradicional de aprendizagem baseado no acúmulo de conteúdos e o reposiciona em fluxo, como um rio em suas diversas fases e interações com o meio por onde passa. Assim, aprender relaciona-se a extrair do que se vive, através da reflexão, as novas compreensões do vivido; o que, por sua vez, servirá de sustento para novas ações, e o ciclo ação-aprendizagem se reinicia.

2. CICLO PRÁTICA

Busca criar clareza sobre o que qualifica nossa ação no mundo, através de uma investigação assertiva sobre o que fazemos. Perguntas como: qual o sentido do que faço? Que crenças dão suporte às minhas ações? A que necessidades - próprias e dos diversos contextos em que atuo, minha ação tem respondido? Além disso, buscamos desenvolver uma compreensão sobre os fenômenos da transformação, adaptação e aceitação, como um tripé constitutivo e qualificador de nossas ações.

3. CICLO CAMPO

Posiciona a leitura de processos no centro do programa, enquanto forma de revelação das forças profundas que originam uma dada situação social. Estimulando a formação de imagem sobre o todo destas situações, aprimoramos significativamente a intervenção. Nesta etapa se abrem os campos de prática externos, em que os participantes se unem para oferecer e para conhecer oportunidades de atuação e vivência em situações organizacionais/ comunitárias/ coletivas.

4. CICLO PRATICANTE

Posiciona a prática social reflexiva no centro do programa, e situa o praticante como seu protagonista; em outras palavras, as pessoas interessadas numa determinada situação social e na sua forma de compreender/olhar para essa situação, estão no centro da mudança desejada. Assim, cada participante trabalhará sobre sua forma de pensar e de gerar compreensão sobre seus hábitos e estilos de vida, para que lhe seja permitido perceber como atua sobre a mudança que quer ver.

Atividades

As atividades são as principais estratégias do programa para a apresentação e desenvolvimento dos conteúdos, para promover a interação e vinculação do grupo de participantes e para criar e manter um fluxo de aprendizagem.  

Pulsos

Encontros regulares mensais, de oito horas de duração.

Imersões

Encontros de dois a três dias de duração, para mergulhos mais profundos nos conteúdos, reflexões e nas relações entre os participantes e a equipe de facilitadores.

Trilhas de Aprendizagem

Encontros individuais entre um facilitador e um participante. Cada participante escolhe um dos facilitadores no começo do programa para ser seu guia (coach) no seu processo particular de aprendizagem.

Campo de Prática
O Campo de Prática é uma fase na qual, externamente, os participantes abrem um de seus processos de trabalho para ser visitado por outros colegas; internamente, a gestão do programa se abre para os participantes interessados em apoiar questões operacionais logísticas e econômicas, e questões pedagógicas estratégicas. Instauram-se também os Bastidores, reuniões de planejamento das atividades do programa entre os facilitadores, abertas para os participantes.